Sinopse
Somos talvez a ferida, a doença da natureza. Nesse caso, seria para nós necessário – e, além do mais, possível, “fácil” – fazer da ferida uma festa, uma força da doença. A poesia em que se perdesse mais sangue seria a mais forte. A aurora mais triste? anunciadora da alegria do dia. A poesia seria o signo que anuncia dilaceramentos interiores maiores. A musculatura humana só estaria inteiramente em jogo, só atingiria seu mais alto grau de força e o movimento perfeito da “decisão” – o que, seja como for, o ser exige – no transe extático.
A experiência interior Quiz
Quiz grátis de 15 perguntas: quanto você sabe?
Quem leu este livro também leu
Locus SolusRaymond Roussel
O Imitador de VozesThomas Bernhard
A Vida Modo de UsarGeorges Perec
Diário - Volume 1 1953-1958Witold Gombrowicz
Diário - Volume 2 1959-1969Witold Gombrowicz
Reflexões do Gato MurrE.T.A. Hoffmann
A PornografiaWitold Gombrowicz
Os Detetives SelvagensRoberto Bolaño
Absalão, Absalão!William Faulkner
BakakaiWitold Gombrowicz
História do olhoGeorges Bataille
Thomas o ObscuroMaurice Blanchot
Acompanhe no perLibre
Guarde em um só lugar os livros que você lê e os filmes e séries que assiste. Grátis.