Sinopse
O liso, o polido, a ausência de vincos são, na época atual, identificados como o belo. É isso que existe em comum entre as esculturas de Jeff Koons, alguns smartphones e a depilação. Estas características evidenciam um "excesso de positividade" que Byung-Chul Han já tinha abordado noutros ensaios, mas que aqui desenvolve nos campos da arte e da estética. Porque é que nos agrada tanto o "polido"?, pergunta Han. Porque não oferece resistência nem nos causa incómodo ou dor. O belo digital é um espaço liso do que é idêntico e recusa a estranheza, a alteridade, a negatividade.
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