Sinopse
Byung-Chul Han aborda neste livro daquilo que considera ser uma crise temporal. Segundo o filósofo germano-coreano, não estamos perante uma aceleração do tempo, mas sim de uma atomização e dispersão temporal. É isso que faz com que qualquer instante pareça igual a outro e não exista nem um ritmo, nem um rumo, que confira significado às nossas vidas. Numa constatação que tem que ver com as conceções de Zygmunt Bauman sobre a atual «sociedade líquida», Byung-Chul Han diz que tudo é vivido como efémero, sensação essa em que nós próprios estamos incluídos.
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Agonia do ErosByung-Chul Han
PalestrasMaurice Merleau-Ponty
Consolações de um EstoicoSeneca
A nostalgia: Quando, afinal, estamos em casa?Barbara Cassin
Topologia da ViolênciaByung-Chul Han
Como reconhecer um estúpidoRobert Musil
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